segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Polyplodium trifoliatum

(clique na imagem pra ampliar)
vem daqui (onde existem muitas outras coisas...)

domingo, 1 de agosto de 2010

metropolis 3

da renilde depeuter, por falar em moinho.
(clique na imagem pra ampliar)

sábado, 17 de julho de 2010

"nave ave moinho
para que seja leve
meu passo
em vosso caminho"
hilda hilst


resolvi ler nosso blog antes de preparar-me para terminar o dia...sabia que teria algo bom!
dormirei.  

terça-feira, 13 de julho de 2010

mais uma história,



dessa vez da , que me fez pensar em coisas de vocês  duas.

terça-feira, 4 de maio de 2010

representar para conhecer





"Bruno Munari, Immagini Della Realta'   Danese, Milan, 1977


Caixa com 40 cartões com imagens fotográficas para aprender sobre as diferentes maneiras de representar objetos" mais 12 cartões em branco para desenhar. Pode-se jogar 3 jogos diferentes com elas: o jogo das palavras e imagens, o jogo das palavras erradas (?) e o jogo da classificação. Para crianças de 3 a 6 anos. (...)"

Encontrado aqui.

Eu quero um.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

The Artist is Present

http://www.moma.org/interactives/exhibitions/2010/marinaabramovic/
(clicar em Watch Live, no alto à esquerda, e no retângulo central durante as horas de abertura do museu, entre 11h30 e 18h30).

http://present2artist.tumblr.com/

terça-feira, 27 de abril de 2010

O sonho encheu a noite
Extravasou pro meu dia
Encheu minha vida
E é dele que eu vou viver
Porque sonho não morre.

Adélia Prado

sexta-feira, 5 de março de 2010

enquanto desenhava uma flor nas costas da coruja de papel...



uma flor de rendas

das linhas da minha avó
das suas agulhas
e minhas memórias

terça-feira, 2 de março de 2010

Pensei em dois poemas do Jorge Luis Borges: O Labirinto e Labirinto, mas abri na página anterior e encontrei o poema James Joyce, desviei-me do caminho...ou não!


Num dia do homem estão os dias
do tempo, desde aquele inconcebível
dia inicial do tempo, em que um terrível
Deus prefixou os dias e agonias
até aquele outro em que o ubíquio rio
do tempo terrenal torne à sua fonte
que é o Eterno, e se apague no presente,
o futuro, o ontem, o que agora é meu.
Entre a alva e a noite a história
universal. Do fundo da noite vejo
a meus pés os caminhos do hebreu,
Cartago aniquilada, Inferno e Glória
Dá-me, Senhor, coragem e alegria
para escalar o cume deste dia.

(Cambridge, 1968)